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Sistema de atualização de páginas: o que é e para que serve?

A cena não é difícil de imaginar: na tela do computador de um jornalista – seja de impresso, online, TV ou rádio – as abas na barra inferior se multiplicam. E-mails pessoais e profissionais, sistemas operacionais do veículo para qual ele(a) trabalha e, principalmente, sites de notícias. A tecla F5 do PC e o botão “atualizar” do browser são acionados dezenas de vezes durante um turno de trabalho. Isso ocorre porque o profissional tem ânsia de se manter atualizado sobre o que acontece naquele instante. E não poderia ser diferente. Mas é ou não é enlouquecedor?

A saída encontrada pelos jornalistas e também por quem tem vontade ou necessidade de estar sempre a par das notícias são os sistemas de atualização de páginas. Um nome comprido que define sistemas conhecidos por muita gente: RSS, Google Reader, entre outros.

O ícone do RSS está presente na grande maioria dos sites de notícias. Significa “Real Simple Syndication” ou Distribuição Realmente Simples. A lógica é fácil de entender: cada vez que um determinado website atualiza o conteúdo, o sistema emite um alerta de que há algo de novo por lá. Para acompanhar as atualizações, basta baixar de forma gratuita algum programa que vai “ler” o RSS. As opções são variadas: NetNewsWire, FeedDemon, FeedReader, etc.

A vantagem desses leitores é que parte das atualizações dos sites fica disponível para o usuário mesmo se ele não estiver conectado à internet. Em contrapartida, a pessoa só pode acessar o conteúdo se estiver usando o computador onde o programa for instalado. Não há a possibilidade, pelo menos no programa testado pelo blog – o FeedDemon –, de ter acesso ao material de outra máquina sem que seja necessário baixá-lo.

De olho nessa desvantagem dos programas leitores de RSS foi que, em 2005, a Google criou o Google Reader, que segue o mesmo princípio. A diferença é que o usuário pode ter acesso às atualizações dos sites previamente cadastrados de qualquer computador. O que, por sua vez, pode ser considerado uma desvantagem em relação aos leitores de RSS que permitem que o internauta possa acessar parte do conteúdo a qualquer hora, mesmo estando offline.

Diferenças à parte, ambos – o Google Reader e os programas leitores de RSS – são rápidos e eficientes em disponibilizar para o usuário o material mais recente publicado pelos sites. Quase não existe diferença de tempo entre a atualização do Google Reader e do FeedDemon, por exemplo.

TWITTER – E embora não tenha sido criado com esse propósito específico, o badalado Twitter também é usado por jornalistas e profissionais que precisem estar atentos às notícias como uma espécie de RSS ou Google Reader. Grande parte dos portais de notícias “tuitam” as atualizações que fazem, embora não seja em tempo real como ocorre com os leitores de RSS e o Google Reader.

Apesar disso, o que se pode notar é que cada vez mais os especialistas em World Wide Web estão se dando conta que o usuário não tem mais tempo para acessar dezenas de sites para se manter informado. O usuário quer saber de tudo sem precisar usar muitas janelas do browser. E nesse sentido, opções não faltam!

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